O Poejo (Erva cuqueira Mentha pulegium L.), é uma perene cespitosa de raízes rizomatosas que cresce bem em sítios húmidos ou junto de cursos fluviais, onde pode ser encontrada selvagem; é uma planta rica em mentol, substância que actua ao nível da região cerebral. Expectorante, contra a gripe, tosse crónica, calmante para o sistema nervoso, constipações, insónias, dores reumáticas, acidez do estômago, fermentação, enjoo, bronquite e asma. Em Portugal é usada para culinária, infusões e também para o fabrico de licor, principalmente no sul do país e Ilhas.
Uso Interno
Colocar 1o gramas de poejos para 1 Lt de água a ferver, deixa-se esta infusão durante 10 minutos. Tomar 1 chávena 3 vezes ao dia sempre após as refeições, como tónico digestivo, indicado nas digestões “pesadas”. Serve ainda para acalmar as dores menstruais e afecções brônquicas, nestes casos toma-se 1 chávena de chá bem quente de 2em 2 horas. Beber uma chávena de chá bem cheia durante 5 dias seguidos em jejum, ajuda a expulsar parasitas intestinais.
Outra utilidade ancestral do poejo é como repelente de insectos, nomeadamente pulgas daí o nome Mentha pulegium, porque era queimado no interior das habitações para repelir os insectos.
O poejo de Santa Maria é enviado todas as estações, em grandes quantidades, para a vizinha Ilha de São Miguel.
Contra-indicações/cuidados: Pode provocar aborto.




4 Novembro, 2011
admin
Publicado em
Tags: 

